19/09/2019 às 14h31

HAOC registra terceira captação de órgãos do ano


Familiares de uma paciente de 23 anos, que sofreu um aneurisma cerebral, autorizaram a doação dos órgãos após o diagnóstico, por meio de rigorosos protocolos, da morte encefálica. A jovem foi socorrida no dia 4 de setembro, data na qual passou a receber cuidados intensivos, porém, os exames apontaram a completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro.

A equipe da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi acionada e realizou durante a madrugada desta quinta-feira, dia 12 de setembro, a captação do fígado e rins da paciente, auxiliando assim pacientes que aguardam na fila de transplante.

O Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC) conta com uma Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), responsável por detectar possíveis doadores de órgãos e tecidos, viabilizar o diagnóstico de morte encefálica, criar rotinas para oferecer aos familiares de pacientes falecidos no hospital a possibilidade de doação de córneas e outros tecidos, entre outras prerrogativas. Esta foi a terceira vez que ocorreu doação de órgãos no HAOC no ano de 2019.

 

Dia Nacional de Doação de Órgãos

27 de setembro é a data escolhida como o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, instituída pela Lei nº 11.584/2007 e visa conscientizar a sociedade sobre a importância da doação.

O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão (rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado, intestino) ou tecido (córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, veias e artérias) de uma pessoa doente (receptor), por outro órgão ou tecido normal de um doador vivo ou morto.

A legislação em vigor determina que a família será a responsável pela decisão final em caso de óbito de um parente, não tendo mais valor a informação de doador ou não doador de órgãos, registrada no documento de identidade.Em vida é possível doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula e parte dos pulmões.

Após efetivada a doação, os órgãos vão para os pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado e controlada pelo Ministério Público.

 

Fontes:

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos

Ministério da Saúde

Familiares de uma paciente de 23 anos, que sofreu um aneurisma cerebral, autorizaram a doação dos órgãos após o diagnóstico, por meio de rigorosos protocolos, da morte encefálica. A jovem foi socorrida no dia 4 de setembro, data na qual passou a receber cuidados intensivos, porém, os exames apontaram a completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro.

A equipe da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi acionada e realizou durante a madrugada desta quinta-feira, dia 12 de setembro, a captação do fígado e rins da paciente, auxiliando assim pacientes que aguardam na fila de transplante.

O Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC) conta com uma Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), responsável por detectar possíveis doadores de órgãos e tecidos, viabilizar o diagnóstico de morte encefálica, criar rotinas para oferecer aos familiares de pacientes falecidos no hospital a possibilidade de doação de córneas e outros tecidos, entre outras prerrogativas. Esta foi a terceira vez que ocorreu doação de órgãos no HAOC no ano de 2019.

 

Dia Nacional de Doação de Órgãos

27 de setembro é a data escolhida como o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, instituída pela Lei nº 11.584/2007 e visa conscientizar a sociedade sobre a importância da doação.

O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão (rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado, intestino) ou tecido (córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, veias e artérias) de uma pessoa doente (receptor), por outro órgão ou tecido normal de um doador vivo ou morto.

A legislação em vigor determina que a família será a responsável pela decisão final em caso de óbito de um parente, não tendo mais valor a informação de doador ou não doador de órgãos, registrada no documento de identidade.Em vida é possível doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula e parte dos pulmões.

Após efetivada a doação, os órgãos vão para os pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado e controlada pelo Ministério Público.

 

Fontes:

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos

Ministério da Saúde


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